quinta-feira, janeiro 18, 2018

19.º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, Set1971


(Post reformulado a partir de outro já publicado em 23 de Julho de 2010)



Listagem completa do 19.º CFORN.




Escola Naval – Juramento de Bandeira do 19.º CFORN.


Foi o segundo curso realizado no ano de 1971 que, a exemplo de anos anteriores seria assinalado pela incorporação de dois cursos de formação de oficiais da Reserva Naval.

O 19.º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, foi alistado em 19 de Setembro de 1971 e concluiu-se a 12 de Abril de 1972.

Foram incorporados 115 cadetes assim distribuídos pelas várias classes: 23 cadetes na classe de Marinha, 1 cadete da classe de Médicos Navais, 6 cadetes da classe de Engenheiros Maquinistas Navais, 32 cadetes da classe de Administração Naval, 28 cadetes na classe de Fuzileiros e 25 cadetes na classe de Técnicos Especialistas.




Emídio Branco Xavier, LFP «Alvor», Francisco Luis Ramalho do Nascimento, LFP «Júpiter», Virgílio Manuel da Cunha Folhadela Moreira, LFP «Aldebaran» e Vitor António Morgado Ferreira Mota, LFP «Vénus»

Foi, de todos os cursos realizados entre 1958 e 1975 o mais numeroso, tendo contribuído para isso a classe de Administração Naval, a maior de sempre. Contribuiram também significativamente as classes de Técnicos Especialistas e Fuzileiros. A Marinha dedicava mais atenção às áreas de formação técnica, gestão e instrução.

Comandava a Escola Naval o Contra-Almirante Pedro Fragoso de Matos e foi Director de Instrução o Capitão-de-Mar-e-Guerra Eugénio Eduardo da Silva Gameiro.




O Contra-Almirante Pedro Fragoso de Matos, Comandante da Escola Naval e o Director de Instrução, Capitão-de-Mar-e-Guerra Eugénio Eduardo da Silva Gameiro.

No final do período de instrução, o Prémio “Reserva Naval” foi entregue ao cadete da classe de Técnicos Especialistas, José Domingos Maria Rosa. Este prémio destinava­-se a galardoar o aluno com classificação mais elevada no conjunto da frequência escolar e da apreciação de carácter militar.




O cadete TE RN José Domingos Maria Rosa, Prémio Reserva Naval

Em Julho, tinha sido iniciada a publicação da Revista da Armada, destinada essencialmente à divulgação interna das actividades da Marinha e que se tornou numa fonte documental indispensável para o conhecimento institucional da Armada.

Durante o ano de 1971, para a prossecução do plano de modernização da Marinha, conjuntamente com a necessidade de reforçar os meios navais empenhados na Guerra do Ultramar, foram aumentados ao efectivo dos navios da Armada o navio-patrulha «Zaire» e a LDG «Alabarda». Em 1972, vieram ainda reforçar aquele dispositivo a LF «Sabre», o navio balizador «Schultz Xavier», o navio-patrulha «Zambeze» e o navio hidrográfico «Almeida Carvalho».

No decorrer do mesmo ano de 1971, foram abatidos ao mesmo efectivo a fragata «Nuno Tristão», o caça-minas «Santa Maria», o navio-patrulha «Santo Antão» e a LFP «Tete» e, em 1972, seguiram idêntico destino as fragatas «Álvares Cabral» e «D. Francisco de Almeida», e as LFP «Canopus», LFP «Deneb» e LFP «Algol».

Muitos oficiais da Reserva Naval desempenharam missões e viriam a fazê-lo nestes navios, quer nos entretanto abatidos quer nos aumentados ao efectivo, todos eles tendo representando um papel relevante na História da Reserva Naval. Relevante o facto de terem ficado a desempenhar missões no Continente e Ilhas 76 oficiais deste curso.

Houve uma normal mobilização dos elementos deste curso como Comandantes, Oficiais Imediatos de navios, Oficiais de Guarnição, integrando Companhias e Destacamentos de Fuzileiros ou Unidades e Serviços em terra, tendo sido designados para prestar serviço em África, ou Continente e Ilhas, os seguintes oficiais:

Guiné (20 Oficiais):

2TEN RN Alfredo Augusto Cunhal Gonçalves Ferreira, LFG «Sagitário»;
2TEN RN José Manuel Soares Dionísio, LFG «Sagitário»;
2TEN RN Emídio Branco Xavier, LFP «Alvor»;
2TEN RN Virgílio Manuel da Cunha Folhadela Moreira, LFP «Aldebaran;
2TEN RN José Aparício dos Reis, LFG «Cassiopeia»;
2TEN RN José Alfredo Queiroga de Abreu Alpoim, LFG «Argos»;
2TEN RN Luís Alberto Moreira Pires e Pato, LDG «Alfange»;
2TEN AN RN José Manuel do Nascimento e Oliveira Covas, CDMGuiné;
2TEN AN RN Miguel Ângelo da Cunha Teixeira e Melo, CDMGuiné;
2TEN FZ RN António Patrício de Sousa Betâmio de Almeida, CDMGuiné;
2TEN FZ RN José Manuel Correia Pinto, CDMGuiné;
2TEN FZ RN Celestino Augusto Froes David, CF 12;
2TEN FZ RN João Pedro Tavares Carreiro, CF 2;
2TEN FZ RN Manuel Maria Romãozinho Alves Ferreira, CF 2;
2TEN FZE RN João Carlos Cansado da Costa Corvo, DFE 22;
2TEN FZE RN José Manuel de Carvalho Passeira, DFE 22;
2TEN FZE RN João Frederico de Saldanha de Carvalho e Meneses, DFE 21;
2TEN FZE RN Manuel Maria Peralta de Castro Centeno, DFE 21;
2TEN FZE RN José Manuel da Silva Morgado, DFE 12;
2TEN FZE RN Luís Pereira Coutinho Sanches de Baena, no DFE 12;




Visita do Comandante da Defesa Marítima da Guiné, Comodoro Moura da Fonseca, à Tabanca Nova da Armada. Visíveis, da esquerda para a direita: 2TEN FZE RN Rodrigues da Hora (11.º CFORN), STEN FZE RN Carvalho e Meneses (19.º CFORN), STEN FZE RN Carvalho Passeira (19.º CFORN), STEN FZE RN Castro Centeno (19.º CFORN) e Comodoro Moura da Fonseca.



Em 24 de Janeiro de 1971 foi comunicado ao país o veredicto com que a Assembleia Nacional Guineense, eleita em “Tribunal Revolucionário Supremo”, castigou os réus implicados nos acontecimentos de 22 de Novembro de 1970, consequência da operação “Mar Verde” à Guiné-Conakry. Foram condenados à morte 91 pessoas, 66 a trabalhos forçados perpétuos e confiscados todos os bens dos condenados. Foram expulsas do país 16 mulheres.

No decorrer do ano de 1971, em 9 de Junho, pelas 21:45 foi efectuado o primeiro ataque do PAIGC a Bissau. A cidade foi flagelada com foguetões 122 mm.

Em Agosto a Rádio Senegal passa a difundir programas do PAIGC em português utilizando, para tal, uma locutora feminina de voz agradável que ficou conhecida pelas Forças Armadas como a Maria Turra. Divulgava notícias de guerra falsas ou extraordinariamente exageradas, atacando sempre a presença dos colonialistas portugueses na Guiné.

No plano internacional a hostilidade à política portuguesa aumenta mesmo nos países com os quais Portugal mantém excelentes relações. O governo norueguês decide contribuir com um milhão de coroas para ajuda humanitária ao PAIGC, enquanto em Cannes se realizava o festival de cinema, sendo exibidos durante o certame filmes do PAIGC e da Frelimo.




Heli-assalto efectuado pelo DFE 21 na região do Cubisseco.

Em Novembro do mesmo ano é activado o DFE 22 o segundo Destacamento de Fuzileiros Especiais Africanos da “Série 20”, no Centro de Preparação daquela cidade e comandado pelo 1TEN Rebordão de Brito.

Em Abril de 1972 o PAIGC volta a flagelar, desta vez a cidade de Bolama, durante cerca de dez minutos com foguetões de 122 mm.

A partir de Julho foi lançada uma grande operação na zona do Cubisseco e Pobreza com a finalidade de ali instalar uma base que viria a ser denominada como “Tabanca Nova da Armada”. A região passou a ser sistematicamente flagelada, os resultados obtidos não surtiram os efeitos desejados e o aquartelamento foi desactivado em Novembro.

Numa entrevista ao jornal do Cairo, Amílcar Cabral declara que “num futuro próximo anunciaria a criação de um novo Estado e que a luta pela libertação nacional do povo da Guiné-Bissau era amplamente apoiada pela opinião pública progressista mundial”. Afirmou também que o PAIGC fora reconhecido como representante legítimo do povo da Guiné-Bissau por muitas organizações internacionais.



Cabo Verde (1 Oficial):

2TEN RN José Manuel da Veiga Ferreira na LFP «Dom Jeremias»;




O N/M «Pátria» navega nas águas de S. Tomé e Príncipe


Angola (7 Oficiais):

2TEN RN Vitor António Morgado Ferreira Mota, LFP »Vénus»;
2TEN MN RN António d'Orey Soares Franco no Comando Naval de Angola, CF 3;
2TEN FZ RN Francisco Xavier Vaz de Almada, CF 3;
2TEN FZ RN Pedro Manuel Carvalho Lopes, CF 3;
2TEN FZ RN José Maria Corte-Real Pimenta, CF 5;
2TEN FZ RN José António de Oliveira Rocha de Abreu, CF 7;
2TEN FZ RN Luís Augusto Loureiro Nunes, CF 4;




1967, Baía de Luanda - No cais das INIC, atracados, a fragata «Nuno Tristão», a LFG «Pégaso», o navio hidrográfico «Carvalho Araújo» e navios-patrulha classe «Príncipe»; ao fundo, a Messe de Oficiais



A República do Congo continuava a apoiar o movimento político-subversivo FNLA-GRAE com larga visibilidade exterior. Por ocasião de uma visita do presidente Mobutu foi salientada a contribuição congolesa e senegalesa para «extirpar da terra africana todas as práticas aviltantes e de sujeição do homem africano».

A Zâmbia mantinha com Portugal um tom político de fria hostilidade, acusando o nosso país de estar a impor um bloqueio ao escoamento das suas exportações através do porto da Beira. Contrariando as declarações de intenção de uma política de boa vizinhança e de não ingerência interna nos assuntos de outras nações, o governo da Kaunda apoia os movimentos subversivos do MPLA e também da UNITA.

Em Dezembro de 1972 a situação internacional era caracterizada pot um evidente esforço por parte dos países africanos no sentido de alcançarem um maior progresso geral, recebendo para o efeito auxílio estrangeiro tanto do bloco ocidental como do bloco comunista, o que permitia aos países mais industrializados (França, Grã-Bretanha, Estados Unidos da América, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e República Popular da China) manter intacto o peso da sua influência em África.




A LDM 402 no rio Zaire

No campo económico os países africanos continuavam dependentes não só das exportações das suas matérias-primas para os países industrializados mas também da importação de capitais e equipamentos, essenciais para alcançarem uma relativa independência económica.

A unidade africana revelava então uma apreciável coesão, mostrando-se unânime quer em condenar Portugal, Rodésia e República da África do Sul quer em aprovar resoluções com vista a provocar o seu isolamento no contexto internacional.

As acções armadas inimigas no teatro de Angola tinham vindo a diminuir francamente no ano de 1972 em relação ao ano anterior, salvo ligeiro crescimento no recurso à colocação de engenhos explosivos. No enclave de Cabinda a situação encontrava-se calma sem iniciativa de acções bélicas, o mesmo se passando tanto no norte como na frente leste. Somente o Cuango revelava ligeiro aumento de actividade.



Moçambique (7 Oficiais):

2TEN RN João Manuel Gomes de Sousa, LFP «Sirius»,
2TEN RN Jorge Manuel da Silva e Noronha Falcão, Comando Naval de Moçambique;
2TEN AN RN António Ferreira, Comando Naval de Moçambique;
2TEN RN Octaviano António de Oliveira Saraiva, LFP «Vega»;
2TEN RN Pedro de Castro Vaz Pinto, LFP «Sabre»;
2TEN RN Francisco Luis Ramalho do Nascimento, LFP «Júpiter»;
2TEN FZE RN Pedro Segismundo Pereira do Vale Teixeira, DFE 11;




Lago de Niassa - LFP atracadas ao cais das lanchas na Base Naval de Metangula

No decorrer do ano de 1971, na comunidade internacional, embora a maioria das organizações manifestassem de forma declarada tendências e simpatias pelos movimentos pró-independentistas dos povos ditos “colonizados”, outras havia que não deixavam de mostrar lucidez no meio dos ventos confusos que varriam os territórios de África. É assim que o Conselho Geral das Igrejas da Grécia, após uma reunião com o governo daquele país, decidiu condenar o Conselho Mundial das Igrejas pelo seu fundo de apoio aos terrorista em África.

Entretanto, o Conselho Mundial das Igrejas continuava a encarniçar-se contra Portugal desenvolvendo intensa actividade de apoio aos movimentos subversivos, não contando porém com o apoio generalizado das organizações religiosas.

Em Maio, mantinha-se a possibilidade pouco provável do Reino Unido, por sua iniciativa ou em nome das Nações Unidas, vir a tentar apoderar-se do porto e aeroporto da Beira, como testa de ponte para o lançamento de operações no interior da Rosésia.




No norte de Moçambique(região de Porto Amélia)a LDG «Cimitarra» desembarca material do Exército

O cenário internacional sofre entretanto significativa evolução: a Inglaterra assina um acordo que concede a independência à sua antiga colónia da Rodésia, permitindo no entanto a continuação da supremacia branca no país liderado por Ian Smith, facto que foi fortemente contestado pelos “nacionalistas” negros da Rodésia e de todo o Continente africano.

No entanto, a Grá-Bretanha continua a manter uma fragata no Canal de Moçambique, apoiada por um navio auxiliar, controlando o acesso aos portos da Beira.

Enquanto isso, os países originários das antigas colónias europeias mantêm forte investida junto da opinião pública mundial contra a presença portuguesa em África e fazem aprovar na ONU em 28 de Setembro de 1972 uma moção que propõe a admissão de delegados de organizações terroristas como observadores da Comissão de Descolonização. Portugal protesta, afirmando não participar nos trabalhos da ONU onde estivessem presentes representantes daquelas organizações. Posição idêntica é tomada pela África do Sul.



Continente, Ilhas e Outras Unidades (76 Oficiais):

2TEN RN António Ladeira dos Santos, Grupo N.º 1 de EA;
2TEN EMQ RN Armando da Silva Neves, Grupo N.º 1 de EA;
2TEN TE RN Armando Caeiro da Cunha, Grupo N.º 1 de EA;
2TEN TE RN José Carlos Guedes de Almeida Rodrigues da Costa, Grupo N.º 1 de EA;
2TEN TE RN José Eduardo do Amaral Netto de Aguiar, Grupo N.º 1 de EA;
2TEN RN António Miguel Forjaz Pacheco Trigueiros, Comando Naval do Continente;
2TEN RN João Manuel Abreu Dinis Esteves, Secretariado Geral da Defesa Nacional;
2TEN AN RN Pedro Manuel Branco Ferraz da Costa, Secretariado Geral da Defesa Nacional;
2TEN TE RN Fernando Carlos do Amaral Pinto Bastos, Secretariado Geral da Defesa Nacional;
2TEN RN José Manuel Moura Alves Lírio, Instituto Hidrográfico;
2TEN AN RN João António Morais da Silva Costa Pinto, Instituto Hidrográfico;
2TEN TE RN Augusto José dos Santos Fitas, Instituto Hidrográfico;
2TEN TE RN Francisco Ascenso Machado, Instituto Hidrográfico;
2TEN TE RN Joaquim Lopes Pissarra, Instituto Hidrográfico;
2TEN TE RN Leonel Baltazar Duarte Canelas, Instituto Hidrográfico;
2TEN TE RN Luís Filipe Galante Moreira Pedrosa, Instituto Hidrográfico;
2TEN TE RN Miguel Maria Jonet de Azevedo Coutinho, Instituto Hidrográfico;
2TEN TE RN Vasco Manuel Quintino Pampolim dos Santos, Instituto Hidrográfico;
2TEN RN José Martinho Guedes Barbosa dos Santos, Grupo N.º 2 de EA;
2TEN AN RN António Maria Viegas Anjos, Grupo N.º 2 de EA;
2TEN FZ RN Manuel dos Santos Tomásio, Grupo N.º 2 de EA;
2TEN RN José Carlos Freire Dias Correia, fragata «Hermenegildo Capelo»;
2TEN RN Luís Miguel da Conceição Alves, Direcção do Serviço de Instrução;
2TEN RN Mário Sam Bento Menezes, Direcção do Serviço de Instrução;
2TEN RN Vasco Torres Graça dos Santos, navio-patrulha «Limpopo»;
2TEN EMQ RN Carlos Frederico Teixeira Kessler, Coordenação de Publicações Técnicas;
2TEN EMQ RN Fernando Sérgio de Abreu Duarte Fonseca, navio-patrulha «Porto Santo»;
2TEN EMQ RN Hélder dos Santos Trindade, DG dos Serviços de Fomento Marítimo;
2TEN EMQ RN João Pedro da Veiga Ilharco de Moura, DG dos Serviços de Fomento Marítimo;
2TEN AN RN Joaquim Manuel da Silva Neves, DG dos Serviços de Fomento Marítimo;
2TEN AN RN José do Rosário Catarino, DG dos Serviços de Fomento Marítimo;
2TEN EMQ RN José Manuel Marques Gonçalves Gomes na fragata «Comandante Roberto Ivens»;
2TEN AN RN Agostinho Andrade Oliveira, Direcção do Serviço de Abastecimentos;
2TEN AN RN Amílcar Augusto Contel Martins Theias, Direcção do Serviço de Abastecimentos;
2TEN AN RN Luís Filipe Ferreira Simões, Direcção do Serviço de Abastecimentos;
2TEN AN RN Manuel Heleno Sismeiro, Direcção do Serviço de Abastecimentos;
2TEN AN RN Nuno António Ribeiro de Bessa Lopes, Direcção do Serviço de Abastecimentos;
2TEN AN RN António Pedro de Oliveira Maia, DSEC;
2TEN AN RN Carlos Jorge Cardoso de Resende, DSEC;
2TEN AN RN Jerónimo Paulo Alves Ferreira, DSEC;
2TEN TE RN Artur Manuel Anjos Lourenço, DSEC;
2TEN TE RN David Manuel Monge da Silva, DSEC;
2TEN TE RN José Domingos Maria Rosa, DSEC;
2TEN AN RN António Casimiro Baixinho Bacelos, CA Administração Central da Marinha;
2TEN AN RN António Fernando de Jesus Nabais, CA Administração Central da Marinha;
2TEN AN RN António José Mendonça Pinto, Estado-Maior da Armada;
2TEN AN RN Eduardo da Silva Martins, Int. Serv. de Adm. Financeira da Marinha;
2TEN AN RN Fernando Maia Pereira da Costa, Int. Serv. de Adm. Financeira da Marinha;
2TEN AN RN Fernando Dias de Almeida, Int. Serv. de Adm. Financeira da Marinha;
2TEN AN RN José Carlos Queiroz Pinheiro Henriques, Int. Serv. de Adm. Financeira da Marinha;
2TEN AN RN Luís Filipe Torres Sobral, Int. Serv. de Adm. Financeira da Marinha;
2TEN AN RN Pedro João Reis de Matos Silva, Int. Serv. de Adm. Financeira da Marinha;
2TEN AN RN Rui Bebiano de Sá Viana Rebelo, Int. Serv. de Adm. Financeira da Marinha;
2TEN AN RN Fernando José de Lemos Dias dos Santos, Esquadrilha de Submarinos;
2TEN AN RN Orlando Pinguinha Caliço, Força de Fuzileiros do Continente;
2TEN FZ RN Fernando Carlos Monteiro da Silva, Força de Fuzileiros do Continente;
2TEN FZ RN João Nuno Ferreira Saraiva, Força de Fuzileiros do Continente;
2TEN FZ RN Vitor Raúl Carapinha Salgado Guita, Força de Fuzileiros do Continente;
2TEN AN RN Orlando de Almeida Reis, DSP – 2.ª Rep;
2TEN AN RN Serafim de Amorim Dias, DSP – 2.ª Rep;
2TEN AN RN Pedro Manuel de Oliveira Silvério Marques, Fábrica Nacional de Cordoaria;
2TEN AN RN Pedro Manuel de Azevedo Miranda Baptista, Escola Naval;
2TEN TE RN Rui João Baptista Soares, Escola Naval;
2TEN FZ RN Armando Narciso Reis Goes, Escola de Fuzileiros;
2TEN FZ RN Augusto Joaquim Rodrigues Lopes, Escola de Fuzileiros;
2TEN FZ RN Carlos Alberto Lima Teixeira, Escola de Fuzileiros;
2TEN FZ RN João Luís Vieira Filipe, Escola de Fuzileiros;
2TEN FZ RN João Carlos da Cunha Bruno Soares, Escola de Fuzileiros;
2TEN FZ RN Luís Alberto Pires de Moura, Escola de Fuzileiros;
2TEN TE RN António José de Sousa Martins na Base Naval de Lisboa;
2TEN TE RN João Maria Paquim Pereira Coutinho, Direcção das Construções Navais;
2TEN TE RN Jorge Manuel Diogo Marques dos Santos, Grupo N.º 2 de EA (EAN);
2TEN TE RN José Pedro Duarte Tavares, Direcção de Infra-Estruturas Navais;
2TEN TE RN Luís António de Lemos Ramalho de Azevedo, Direcção do Serviço de Armas Navais;
2TEN TE RN Manuel Maria da Fonseca Andrade Maia, Museu de Marinha;
2TEN TE RN Victor Manuel Ferreira da Fonseca, DSEF;



Não foi possível identificar os locais exactos onde prestaram serviço os seguintes oficiais:

2TEN FZ RN Armando Júlio Lopes Serra, CF 12, Pel Fz 5 (?);
2TEN FZ RN Guilherme Marçalo Neves Veríssimo, CF 12, Pel FZ 6 (?);
2TEN FZ RN José António Carrasco de Melo Saião, Pel FZ 12 (?);

Os oficiais pertencentes ao 19.º CFORN começaram a ser licenciados a partir de Maio de 1974.

Ingressaram nos Quadros Permanentes os seguintes oficiais, tendo alguns ascendido ao posto de Capitão-de-Mar-e-Guerra:

2TEN FZ RN Armando Júlio Lopes Serra;
2TEN FZ RN Guilherme Marçalo Neves Veríssimo;
2TEN FZ RN João Carlos Cansado da Costa Corvo;
2TEN FZ RN José Manuel de Carvalho Passeira;
2TEN FZ RN José António de Oliveira Rocha e Abreu;
2TEN FZ RN Luis Pereira Coutinho Sanches de Baêna;
2TEN FZ RN Luis Augusto Loureiro Nunes;
2TEN FZ RN Manuel Maria Peralta de Castro Centeno;


Nota: Desconhecido, de todo, o percurso do Cadete TE 1164 - José dos Santos Freitas a partir do final do curso.

Fontes:
Texto do autor do blogue, compilado a partir de: Anuário da Reserva Naval 1958-1975, Adelino Rodrigues da Costa e Manuel Pinto Machado,Lisboa, 1992; Dicionário de Navios e Efemérides, Adelino Rodrigues da Costa, Edições Culturais da Marinha, 2006; Fuzileiros – Factos e Feitos na Guerra de África, 1961/1974, Luis Sanches de Baêna, 2006; Arquivo de Marinha; Revista da Armada; Texto e Fotos de arquivo do autor do blogue com cedências de origens diversas;


mls

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