18 abril 2021

Estatuto do Antigo Combatente - Boletim Informativo


Emitido pelo Gabinete da Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes
Avenida Ilha da Madeira, 1 • 1404-204 Lisboa, Portugal

Tel: +351 21 303 45 00 • email: gabinete.senha@mdn.gov.pt.www.portugal.gov.pt



Nota pessoal: Existem apenas «Antigos Combatentes» tal como legislado pela Lei 46/2020, 2020-08-20 - DRE que aprova o Estatuto de Antigo Combatente e nunca a expressão depreciativa e subalternizante de "ex-combatentes" indevidamente utilizada em muitos textos publicados, incluindo alguns da comunicação social.

Fontes:
Circular n.º 12 de 20210415 da Liga dos Combatentes em https://www.ligacombatentes.org.pt/


mls

12 abril 2021

1967, SCUT's na Guiné?....nem por isso!


Guiné, 1967 - Humor puro, sem custos para o utilizador!

(Post reformulado a partir de outro já publicado em 4 de Setembro de 2011/30 de Agosto de 2018)





Com a LFP «Deneb» amarrada ao tarrafo, no sul da Guiné, Mestre e outro elemento da guarnição da lancha parecem conferenciar sobre que caminho seguirem para aportarem a Lisboa.

Afinal, 3.200 quilómetros ou dois anos de distância do final da comissão, nada representavam na época e a eficaz sinalização, em galho apropriado, ajudava muito na manutenção de um bom humor criativo.

Já ao tempo, durante o percurso efectuado na demanda de barras das autoestradas da Marinha, rios ou bacias hidrográfivas diga-se, as portagens não eram tão virtuais quanto isso.

Frequentemente, em cabinas bem posicionadas nos rios Cacheu, Mansoa, Geba, Grande de Buba, Tombali, Cobade, Cumbijã ou Cacine, esperavam-nos os portageiros do PAIGC.

Todos estas vias rápidas da Marinha, teriam agora de ser historicamente requalificadas de A’s ou IC’s da Guiné. Seriam a A_Cacine, a A_ Cacheu, o IC_Cobade ou o IC_Armada e por aí fora.

Havia que pagar um preço, muitas vezes elevado para o estado de conservação das vias e a forma como os utentes habituais eram tratados. O pouco simpático comportamento dos colaboradores da empresa concessionária, o PAIGC, aliado à ausência de diálogo redundava sempre em fuga ao pagamento com altercações violentas.

Na sequência das perseguições policiais de resultados imprevisíveis o pagamento era efectuado em unidades de 20 mm, 40 mm ou outras moedas correntes na época, dependendo das viaturas.

Quase sempre com troco de volta.

Ao tempo em por lá vagueei, não me recordo da existência de qualquer fac simile de SCUT na Guiné.

Nenhum dos três Ramos estava isento e, em terra, o tratamento das vias era mesmo especialmente esmerado para causar estragos aos utilizadores.




Fontes:
Texto do autor do blogue com foto amavelmente cedida por Victor Silva, pertencente à guarnição da LFP «Deneb»;


mls

08 abril 2021

Fragata «Dom Fernando II e Glória» - Entrevista ao Director do Museu de Marinha


Lisboa, Cais de Alcântara, 13 Setembro 2004
Entrevista ao CMG Adriano Beça Gil, Director do Museu de Marinha
Jornalista Raquel Santos de "Entre Nós"
(RTP Arquivos)


(Post reformulado a partir de outro já publicado em de Novembro de 2010/9 de Dezembro de 2019)

Numa visita conduzida pelo CMG Guerreiro Brou, Comandante da Fragata, é relatada a história daquele navio-museu, então atracada em Alcântara, com explicações simples do interior e exterior da «Dom Fernando II e Glória».

A visita é intercalada com planos diversos do convés, cobertas, escaler, lancha, cabrestante e agulha magnética. Destaque para as suas peças, diversos equipamentos e também uma breve explicação das funções desempenhadas pelo pessoal.

Utilidade museológica do navio que consiste essencialmenten na exposição ao turismo.



Fontes: Foto de arquivo do autor do blogue por especial cortesia do Museu de Marinha; texto e filme partilhados a partir de «RTP Arquivos» em https://arquivos.rtp.pt/conteudos/fragata-d-fernando-ii-e-gloria/

mls

05 abril 2021

Guiné, 1967 – LFP «Deneb», P 365


(Post reformulado a partir de outro já publicado em 9 de Dezembro de 2011/7 de Dezembro de 2018)


Retalhos fotográficos da vida na LFP «Deneb», P 365




Em cima, a LFP «Deneb» amarrada ao tarrafo e, em baixo, foto de família à proa, junto do conjunto da peça Oerlikon 20 mmm e do lança-foguetes de 37 mm




No decorrer da vida operacional das Lanchas de Fiscalização Pequenas – LFP, tal como na das outras unidades navais, competia-lhes o cumprimento de missões pré-estabelecidas que incluiam, no início dos anos 60', operações ou cruzeiros de vários dias, mais marcadamente no sul do território.

Alternavam entre momentos de pacífica fiscalização e patrulha, sem grandes sobressaltos e com tempos de laser ou convívio possíveis, com momentos de grande tensão em que, rapidamente, se tinha de trocar a cana de pesca pela MG 42, a guitarra pelo lança-foguetes de 37 mm e a descontracção pelo eficaz desempenho no posto que a cada um competia.




Na LFP «Deneb», tempo de laser com crocodilos e tubarões com recurso ao turco de uma
LFG - Lancha de Fiscalização Grande, a que está atracada, para suspender o "peixe".



Dependia muito dos locais onde estavam destinadas as missões e a disposição peculiar de um inimigo que procurava sempre a surpresa como grande auxiliar nos ataques ou emboscadas, muitas vezes ardilosamente montados.

Ainda que em alguns locais dos rios Cacheu, Cobade, Cumbijã e Cacine as condições proporcionassem situações de vantagem aparentes para este tipo de acções de emboscada, as unidades navais reagiam quase sempre de imediato, com a experiência adquirida e no estado de prontidão aconselhado para cada situação.




Tempo musical, mascotes, caixas de batata portuguesa e mais tarrafo



Ao longo dos 12 anos de conflito naquele território, a LFP «Deneb» foi apenas uma das oito lanchas da classe «Bellatrix» atribuídas ao Comando de Defesa Marítima da Guiné.

Neste caso específico, foi sempre comandada por oficiais da Reserva Naval em todo o tempo de vida em que se manteve ao serviço da Marinha. Todas estas unidades navais já aqui foram descritas pormenorizadamente ao longo do tempo.

Sem qualquer preocupação de encadeamento de factos ou acontecimentos e na ausência de enquadramento adequado aqui se inserem interessantes registos fotográficos supostamente referentes ao ano de 1967, cedidos amavelmente por um dos elementos da guarnição da lancha cuja atenção aqui agradecemos.





Em cima, atracadas na asa esquerda da ponte-cais de Bissau: LFP «Deneb» - P 365,
LFP «Canopus» - P 364, LFG «Sagitário» - P 1131, LFG «Cassiopeia» - P373 e uma outra LFG.
Em baixo, o NM «Uíge» fundeado ao largo de Bissau






Fontes:
Texto do autor do blogue; imagens cedidas gentilmente por Victor Silva, elemento da guarnição da LFP «Deneb» em 1967;


mls

31 março 2021

Angola, LFP "Régulus" - P 369


Os Oficiais da Reserva Naval na LFP «Régulus» - P 369

(Post reformulado a partir de outro já publicado em 2 de Novembro de 2010/20 de Dezembro de 2017)




A LFP «Régulus» a navegar no rio Zaire


Foi a quarta unidade da classe «Antares» e, contrariamente aos outros navios da sua classe que foram construídos em Inglaterra, foi construída nos Estaleiros Navalis da CUF, embora o seu casco em fibra de vidro tivesse sido construído em Portsmouth pela empresa inglesa Halmatic Ltd.

Foi transportada para Luanda a bordo de um navio mercante, onde desembarcou em 13 de Janeiro de 1962. No dia 27 do mesmo mês foi aumentada ao efectivo dos navios da Armada, em 20 de Fevereiro seguinte realizou-se a cerimónia formal de armamento.

Em 6 de Março iniciou a sua primeira missão, navegando de Luanda para o rio Zaire onde foi integrada na Esquadrilha de Lanchas do Zaire.

A fiscalização do troço fronteiriço do rio Zaire e o apoio aos postos guarnecidos por fuzileiros, nomeadamente a Quissanga, Pedra do Feitiço, Puelo, Makala, Tridente e Noqui, foram as suas principais missões. Durante cerca de 3 anos permaneceu em Angola, ora baseada em Santo António do Zaire ora em Luanda.

No dia 14 de Setembro de 1965 foi embarcada no NM «Rovuma» com destino à Ilha de Moçambique, a fim de ser transportada para o Lago Niassa, por via ferroviária até ao Catur e por via rodoviária até Meponda, na margem do lago, na epopeia que foi designada de Operação «Atum». Depois, pelos seus próprios meios, navegou até Metangula, onde chegou em Novembro de 1965.

Incorporada na Esquadrilha de Lanchas do Lago Niassa, navegou com bandeira portuguesa até 21 de Março de 1970, data em que, na base de decisões políticas tomadas em Setembro de 1969 e mediante certas condições operacionais, foi cedida ao Malawi, onde tomou o nome de «Chibisa».

Durante todo o período em que esteve operacional foram comandantes da LFP «Régulus» os seguintes oficiais:

Quadros Permanentes:

2TEN João Carlos da Fonseca Pereira Bastos, 07Fev62/28Jan64;

Da Reserva Naval:

2TEN RN Manuel Joaquim Reis da Assunção, 5.º CEORN, 28Jan64/25Nov64;
2TEN RN Fernando Baptista Pereira, 6.º CEORN, 25Nov64/26Nov64;
2TEN RN Manuel Joaquim Reis da Assunção, 5.º CEORN, 26Nov64/30Nov64;
2TEN RN António Jorge Silva de Almeida Pinto, 4.º CEORN, 30Nov64/20Dez64;
2TEN RN Manuel Joaquim Reis da Assunção, 5.º CEORN, 20Dez64/30Jul65;
2TEN RN João Paulo Von Mayer Rus, 7.º CEORN, 30Jul65/03Jan66;
2TEN RN Rui Jorge Lima Saraiva, 7.º CEORN, 03Jan66/05Mai66;
2TEN RN José Manuel Neto Domingues, 8.º CEORN, 05Mai66/13Jan67;
2TEN RN Rui Jorge Lima Saraiva, 7.º CEORN, 13Jan67/22Mai67;
2TEN RN Francisco Ribeiro Nogueira Freire, 9.º CFORN, 22Mai67/28Set68;
2TEN RN António Roque de Andrade Afonso, 9.º CFORN, 28Set68/27Nov68;
2TEN RN Manuel Agostinho Castro Freire de Meneses, 11.º CFORN, 27Nov68/15Dez68;
2TEN RN António Roque de Andrade Afonso, 9.º CFORN, 15Dez68/05Fev69;
2TEN RN José Luis Tocha Antunes dos Santos, 12.º CFORN, 05Fev69/21Mar70;




Santo António do Zaire - Rendição de Comando em 1964

Pertenceu à classe «Antares» com características, máquinas propulsoras, equipamentos, armamento e lotação idênticas.

Em 20 de Maio de 1974 foi feita entrega definitiva à República do Malawi, passando a navegar sob aquela bandeira com alguns elementos da guarnição portugueses, incluindo o comandante. Nesta data foi abatida ao efectivo dos navios da Armada.


Fontes:
"Dicionário de Navios", Adelino Rodrigues da Costa, Edições Culturais da Marinha – 2006; Setenta e Cinco Anos no Mar, Lanchas de Fiscalização Pequenas (LFP), 16º VOL, 2005; "Anuário da Reserva Naval 1958-1975", Adelino Rodrigues da Costa e Manuel Pinto Machado, Lisboa, 1992; Texto e fotos de arquivo do autor do blogue, com fotos da Revista da Armada n.º 258, Setembro/Outubro 1993;


mls

27 março 2021

Guiné, 1968 - Brigadeiro António de Spínola


(Post reformulado a partir de outro já publicado em 11 de Novembro de 2011/22 de Outubro de 2018)


Uma visão satírica do Brigadeiro António de Spínola




(clique na imagem para ampliar)


O BCaç 1933 embarcou para a Guiné em 27Set67 (CCaç 1792 em 28Out67) e regressou em 20Ago69.

Esta Unidade foi comandada pelo TCor Inf Armando Campos Saraiva/TCor Inf Renato Nunes Xavier, constituída pelas CCaç 1790 (Cap Inf José Ponces de Carvalho Aparício) CCaç 1791 (Cap Inf António Maia Correia) e CCaç 1792 (Cap Mil Art António Manuel Conceição Henriques/Cap Art Ricardo António Tavares Antunes Rei/Cap Inf Rui Manuel Gomes Mendonça) e ainda pela CCS (Cap Inf José Bento Guimarâes Figueiral/Cap Inf Carlos Alberto Cardoso.
O Estado-Maior era constituído pelo 2.º Comte, Maj Inf Américo Correia e o OInfOp/Adj Maj Inf Graciano Antunes Henriques.

Tinha como divisa “O que fizermos vos dirá quem somos”.

Veio a assumir a responsabilidade do sector de Nova Lamego abrangendo locais como Bajocunda, Buruntuma, Beli, Canquelifá, Piche, Pirada, Madina do Boé e Nova Lamego.

Integrado neste batalhão, seguiu também para aquele território o Alf Médico Alberto Lema Santos, Desempenhou funções de clínico em quase todos aqueles subsectores vindo a ser destacado mais tarde, em final de Abril de 1968, para a CCaç 1801 (Cap Inf José Daniel Barros Adão/Cap Inf António Manuel Pacheco Rosa) responsável pelo subsector do Ingoré, com um pelotão no Sedengal e outras forças igualmente destacadas nos reordenamentos de Antotinha e Apilho, ainda que se mantendo integrada no BCaç 1933.

Num percurso de muitas localidades, consultas, tratamentos, conselhos e confidências, ficou também o insubstituível humor militar de caserna na forma de missivas, descrições, relatos, poesias e sátiras.

Neste caso particular, estes versos humorísticos, policopiados no papel da época, já envelhecido pelo tempo, visando o “Homem Grande de Bissau” ou “Caco Baldé”, como ficou conhecido o então Brigadeiro António de Spínola.




Fontes:
Texto e arranjo gráfico do autor do blogue; documento original cedido por Alberto Lema Santos (Alf. Miliciano médico do BCaç 1933 e irmão do autor do blogue); resumo histórico do BCaç 1933 da Resenha Histórico-Militar das Campanhas de África (1961-1974), EME, 2002.


mls

22 março 2021

Moçambique - Porto Amélia e Reserva Naval (2)


Reserva Naval em Porto Amélia

(Post reformulado a partir de outro já publicado em 15 de Junho de 2009)


Em 23 de Julho de 2005, por ocasião do 10.º Aniversário da AORN – Associação dos Oficiais da Reserva Naval, na sessão comemorativa havida na Academia de Marinha, o Comandante Adelino Rodrigues da Costa proferiu uma intervenção intitulada “A Marinha e a Reserva Naval, uma aliança que perdura” e a propósito da sua ida para Moçambique, em 1966, como Imediato da LDG «Cimitarra», afirmava a dado passo:




Instalações oficinais do Comando de Defesa Marítima de Porto Amélia.

“...O nosso destino era o norte de Moçambique, que não fazia parte da nossa informação escolar. Era uma região paisagística e culturalmente muito rica, devido à beleza das suas águas azuis e das suas ilhas de coral – as Quirimbas – mas devido também às suas marcadas influências árabes e hindus, ao seu passado de grande protagonismo na “história trágico-marítima” e no tráfico da escravatura. A pequena cidade de Porto Amélia, a capital de Cabo Delgado, era a nossa base.
Entre a meia dúzia de oficiais da Marinha que se lá se encontravam em permanência, havia dois da Reserva Naval com quem muito convivi: um deles tratava-me da saúde e o outro pagava-me o salário.
Com esses amigos e hoje compadres, partilhei episódios que, desde há quase 40 anos, sabemos de cor e repetimos em cada encontro, mas que revivemos sempre com a mesma satisfação, como se fosse a primeira vez. Como residentes tínhamos um certo estatuto social na terra, o que não sucedia com muitos outros oficiais, sobretudo fuzileiros, que normalmente passavam apenas alguns meses em Porto Amélia, em rotação com os fuzileiros do Lago Niassa. Para esses homens a situação era ainda mais difícil, não apenas por maiores dificuldades de inserção social por estarem de passagem, mas também porque tinham as suas operações, frequentemente no temível planalto dos Macondes, na serra Mapé e na área de Mueda – nomes muito simbólicos das campanhas militares do norte de Moçambique...”





Porto Amélia, 1967 - O 2TEN MN RN Mendonça Lima e o 2TEN Rodrigues da Costa em equipamento dominical, provavelmente antecipando uma refeição no "café da terra".

Nessa sua linguagem metafórica, salvaguardando o estado de saúde, ao tempo “em excelente forma”, e o “pagamento de salário”, normalmente efectuado aqui na Metrópole pela via administrativa, o Comandante Adelino Rodrigues da Costa referia dois oficiais da Reserva Naval, o 2TEN MN RN Fernando Jorge de Mendonça Lima e o 2TEN AN RN Luis António de Almeida Palma Féria, ambos do 9.º CFORN, que desde 1967 desempenhavam as funçõs de Chefe dos Serviços de Saúde e Chefe dos Serviços de Abastecimento do Comando de Defesa Marítima de Porto Amélia, respectivamente.

Embora alguns oficiais fuzileiros tivessem passado antes por Porto Amélia, estes foram os primeiros oficiais RN que foram colocados naquele Comando da Defesa Marítima, cuja jurisdição se estendia por mais de duas centenas de milhas até à fronteira com a Tanzânia.





Apoiados na porta da LDG «Cimitarra», os 2TEN Rodrigues da Costa e 2TEN AN RN Luis Palma Féria saboreiam a limpidez e os 25 ou 26 graus de temperatura das águas do arquipélago das Quirimbas.

Muitos outros oficiais, dos Quadros Permanentes e da Reserva Naval prestaram serviço ou desempenharam missões naquele Comando de Defesa Marítima, assunto que abordaremos no post seguinte.

mls

16 março 2021

Guiné, 1963 - Alpoim Calvão e DFE 8








Fontes:
Pesquisa e compilação de texto do autor a partir do relatório de documentação do Arquivo da Marinha, Núcleo 236-A; Operação Mar Verde, António Luis Marinho, Temas e Debates, 2006; De Conakry ao MDLP, Alpoim Calvão, Intervenção, 1976; fotos de arquivo do autor, Arquivo da Marinha; LDM 306 de CMG Cervães Rodrigues; carta da Guiné-Bissau, barra dos rios Cacine/Cumbijã, Instituto Hidrográfico, 1959-1964; NM Índia: http://lh6.ggpht.com/_IYJi-lhses0/TB9M1SRl_GI/AAAAAAAABP4/bJN90E3rtXA/s1600-h/India%20%281950-1971%29%5B4%5D.jpg;


mls

14 março 2021

Guiné - A Marinha do PAIGC de 1963 a 1974








Fontes:
Pesquisa e compilação de texto do autor a partir do relatório de documentação do Arquivo da Marinha, Núcleo 236-A; Operação Mar Verde, António Luis Marinho, Temas e Debates, 2006; De Conakry ao MDLP, Alpoim Calvão, Intervenção, 1976; fotos do Arquivo da Marinha digitalizadas e tratadas pelo autor;


mls