terça-feira, dezembro 10, 2019

10.º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, 1967

(Post reformulado a partir de outro já publicado em 06Abr2010/12Mai2017)


Listagem completa do 10.º CFORN.


O ano de 1967 fica assinalado pela incorporação, pela primeira vez na História da Reserva Naval, de dois cursos de formação de Oficiais da Reserva Naval.




1 – João António Lopes da Silva Leite; 2 – João António Rodeia Peneque; 3 – Manuel Augusto Lopes; 4 – João Manuel Sarmento Coelho; 5 – Albertino da Silva; 6 – António Augusto Martins da Costa; 7 – Raul Henrique Cardoso de Sena Belo; 8 – António Maria Romano Barroso; 9 – Raul Jorge Ramos de Lima; 10 – Mário Jorge Freitas Gomes; 11 – Fernando José T. Carvalho da Fonseca; 12 – José Manuel Conceição Grade; 13 – João Pedro do Amaral Alegria; 14 – António Manuel Ponce de Leão Bettencourt; 15 – José David Rodrigues Teixeira; 16 – Alexandre Ferreira de Almeida; 17 – Manuel Coutinho Ribeiro; 18 – Mário Artur Rodrigues de Almeida; 19 – José Manuel Braga Abecassis; 20 – Armando Valentim dos Santos Silva; 21 – Acácio Juvenal de Almeida Resende; 22 – José Francisco Madeira Costa; 23 – António José Alvesda Rocha; 24 – Manuel Maria Pereira da Silva; 25 – Armando António dos Santos Martins; 26 – José António Simões da Silva Ramos; 27 – Cláudio José Lacerda Mendes; 28 – José António Fiúza Fernandes; 29 – Jorge Manuel Rodrigues Casals Braga; 30 – Casimiro Artur Vargues Domingues; 31 – Delfim de Carvalho; 32 – José Carlos da Cunha Baptista; 33 – Francisco Loureiro da Cunha Leão; 34 – Fernando Manuel Marinheiro Correia; 35 – José Armando Monteiro; 36 – Carlos Alberto Gassman Rodrigues de Oliveira




O 10º CFORN, alistado em 2 de Fevereiro desse ano, incorporou 38 cadetes assim distribuídos pelas várias classes: 16 na classe de Marinha, 1 na classe de Engenheiros Construtores Navais, 1 na classe de Farmacêuticos Navais (esta uma classe introduzida pela primeira vez na Reserva Naval), 19 na classe de Fuzileiros Navais e 1 na classe de Técnicos Especialistas.

Foi patrono deste curso Diogo Gomes, navegador do século XV da casa do Infante D. Henrique que realizou, em 1456, uma viagem aos grandes rios da Guiné Bissau e a quem se atribui a sua descoberta. Participou, com António de Noli, navegador italiano, natural de Noli, na Ligúria e que se integrou nas viagens henriquinas à costa africana, no reconhecimento das ilhas cabo¬verdianas ocidentais.




Bissau, 1967 - No prolongamento da ponte-cais, ao lado do Comando de Defesa Marítima da Guiné, enquadrado pelos conhecidos embondeiros, o monumento a Diogo Gomes

Era Comandante da Escola Naval o CALM Manuel Carlos Sanches e foi Director de Instrução deste curso, o CTEN Carlos Manuel Salema Stattmiller de Saldanha e Albuquerque.




O Contra-Almirante Manuel Carlos Sanches, Comandante da Escola Naval

O «Prémio Reserva Naval», por ter sido o melhor classificado de entre todos os 10º CFORN integrantes do curso, foi atribuído ao cadete ECN Carlos Augusto Dinis Pimpão




Carlos Augusto Dinis Pimpão, Prémio Reserva Naval do 10.º CFORN

O cadete João Pedro do Amaral Alegria foi o primeiro oficial da Reserva Naval incorporado na nova classe de Farmacêuticos Navais, tendo ingressado no Quadro Permanente e atingido o posto de Capitão-de-Mar-e-Guerra.

Terminado o primeiro ciclo do curso, realizado na Escola Naval durante as seis primeiras semanas, todos os cadetes iniciaram os respectivos estágios em diversas unidades e serviços da Armada.

Dos 19 cadetes Fuzileiros Navais, que a partir de Abril frequentaram o curso de especialização em Fuzileiro Especial na Escola de Fuzileiros, 14 obtiveram aprovação e foram considerados especializados.

O Juramento de Bandeira realizou-¬se a 8 de Setembro e a partir desta data foram os cadetes promovidos a Aspirantes, embora os da classe de Fuzileiros apenas tivessem terminado o respectivo curso em Outubro.

Por este facto, a viagem de instrução final foi dividida em duas fases, sendo a primeira para as classes de Marinha, Engenheiros Construtores Navais, Farmacêuticos Navais e Técnicos Especialistas e realizou-¬se na Fragata «Corte Real», tendo por destino os portos da Guiné, Cabo Verde, Madeira e Porto Santo. Era comandante deste navio o CFR Mário Dias Martins.




Em cima a fragata «Corte Real» e, em baixo, a fragata «Diogo Gomes»




Por sua vez, os cadetes Fuzileiros realizaram a sua viagem na Fragata «Diogo Gomes» e visitaram a Madeira, Porto Santo e as Selvagens. Era comandante desta, o CFR António dos Santos Gaspar.

Entretanto, a Marinha prosseguia o plano de modernização e, em Julho desse ano, chegou a Lisboa a Fragata «Comandante João Belo», o primeiro de uma série de quatro navios construídos em França que, com as suas 2230 toneladas de deslocamento, representava um significativo salto tecnológico. Ainda no decorrer de 1967, foram aumentados ao efectivo dos Navios da Armada as fragatas «Almirante Gago Coutinho» e as lanchas de fiscalização «Albufeira», «Dom Aleixo» e «Dom Jeremias».

Também naquele mesmo ano, foram abatidos ao efectivo as seguintes unidades: aviso «Afonso de Albuquerque», destroyer «Vouga», submersível «Neptuno», navio oceanográfico «Salvador Correia», caça-minas «Faial» e o navio-patrulha «Santiago».

Deste curso, seguiram para comissões quase todos os seus componentes, como Comandantes ou oficiais Imediatos de navios, integrando Companhias e Destacamentos de Fuzileiros, tendo sido designados para prestar serviço em África ou Continente e Ilhas os seguintes oficiais:




Um grupo de Cadetes do 10º CFORN durante a viagem de instrução, na Guiné

Guiné (7 Oficiais):

2TEN RN José António Fiuza Fernandes, LFG «Lira»;
2TEN RN Manuel Maria Pereira da Silva, LFP «Deneb»;
2TEN RN Raul Jorge Ramos Lima, LFP «Bellatrix»;
2TEN FZE RN Benjamim Lopes de Abreu, DFE 12;
2TEN FZ RN Francisco Loureiro da Cunha Leão, CF 3;
2TEN FZE RN João António Lopes da Silva Leite, DFE 10;
2TEN FZE RN Jorge Manuel Rodriguez Casals Braga, DFE 3;

Cabo Verde (1 Oficial):

2TEN RN João Carlos da Cunha Baptista, Comando Naval de Cabo Verde;




NRP «Algol» – Entrega de Comando em Angola: CTEN António Fuzeta da Ponte,
STEN RN Jaime Saraiva Canto Moreira, 14º CFORN e 2º TEN RN José António Simões da Silva Ramos, 10º CFORN


Angola (8 Oficiais):

2TEN RN Delfim de Carvalho, navio-patrulha «S. Vicente»;
2TEN RN José António Simões da Silva Ramos, LFP «Algol»;
2TEN RN Manuel Coutinho Ribeiro, Comando Naval de Angola;
2TEN FZ RN Alexandre Ferreira de Almeida, CF 1;
2TEN FZE RN António José Alves da Rocha, DFE 11;
2TEN FZ RN Fernando José Teixeira Carvalho da Fonseca, CF 1;
2TEN FZE RN João Manuel Sarmento Coelho, DFE 2;
2TEN FZ RN Mário José de Freitas Gomes, CF11;

Moçambique (11 Oficiais):

2TEN RN José Manuel Braga Abecassis, fragata «Pacheco Pereira»;
2TEN RN Cláudio José Lacerda Mendes, Comando Naval de Moçambique;
2TEN FZ RN Albertino da Silva, CF 4;
2TEN FZ RN Armando Valentim dos Santos Silva, CF 4;
2TEN FZ RN João António Rodeia Peneque, CF 4;
2TEN FZ RN Mário Artur Rodrigues de Almeida, CF 4;
2TEN FZE RN António Manuel Ponce de Leão Bettencourt, DFE 1;
2TEN FZE RN Armando António dos Santos Martins, DFE 8;
2TEN FZE RN José David Rodrigues Teixeira, DFE 4;
2TEN FZE RN Manuel Augusto Lopes, DFE 4;
2TEN FZE RN Raul Henrique Cardoso de Sena Belo, DFE 9;

Continente, Ilhas e Outras Unidades (11 Oficiais):

2TEN RN Acácio Juvenal de Almeida Resende, navio-patrulha «Fogo»;
2TEN RN António Maria Romano Barroso, navio-patrulha «Brava»;
2TEN RN António Augusto Martins da Costa, LF «Corvina»;
2TEN RN Casimiro Artur Vargues Domingues, DSEC;
2TEN RN Fernando Manuel Marinheiro Correia, navio-patrulha «Boavista»;
2TEN RN José Manuel da Conceição Grade, LF «Dom Aleixo»;
2TEN RN José Armando Monteiro, LF «Azevia»;
2TEN RN José Francisco Madeira Costa, navio-patrulha «Santo Antão»;
2TEN ECN RN Carlos Augusto Dinis Pimpão, Direcção de Construções Navais;
2TEN FN RN João Pedro do Amaral Alegria, Hospital da Marinha;
2TEN RN Carlos Alberto Gassman Rodrigues de Oliveira, Instituto Hidrográfico;

O resumido relato da passagem do 10º CFORN pela Marinha, apenas atinge o objectivo de relembrar nomes e algumas situações, durante um curto período de tempo.

A História deste Curso, feita pelos seus 38 componentes, é preenchida de actos e episódios da maior relevância, em cenários de paz e de guerra, reconhecidos publicamente em cerimónias solenes e constituindo mais um marco da maior importância para a vida de cada um e para a dignificação da Reserva Naval a que pertenceram.

Também se atinge, desta forma, o objectivo de lembrar aqueles a quem, por destino, a vida foi entregue a Deus, certos de que a sua presença continua viva em cada encontro dos seus camaradas.

Manuel Lema Santos
8.º CEORN




Galeria de Fotos
(limitada às fotos disponíveis):





Fontes:
Arquivo de Marinha; Anuário da Reserva Naval, Adelino Rodrigues da Costa e Manuel Pinto Machado, Lisboa, 1992; Dicionário de Navios e Efemérides, Adelino Rodrigues da Costa, 2006; Texto do autor do blogue compilado e corrigido a partir do publicado na Revista n.º 14 da AORN - Associação dos Oficiais da Reserva Naval, Julho 2002; Fotos de Arquivo do autor do blogue.

mls

segunda-feira, dezembro 09, 2019

Fragata «Dom Fernando II e Glória» - Entrevista ao Director do Museu de Marinha


Lisboa, Cais de Alcântara, 13 Setembro 2004
Entrevista ao CMG Adriano Beça Gil, Director do Museu de Marinha
Jornalista Raquel Santos de "Entre Nós"
(RTP Arquivos)


Numa visita conduzida pelo CMG Guerreiro Brou, Comandante da Fragata, é relatada a história daquele navio-museu, então atracada em Alcântara, com explicações simples do interior e exterior da «Dom Fernando II e Glória».

A visita é intercalada com planos diversos do convés, cobertas, escaler, lancha, cabrestante e agulha magnética. Destaque para as suas peças, diversos equipamentos e também uma breve explicação das funções desempenhadas pelo pessoal.

Utilidade museológica do navio que consiste essencialmenten na exposição ao turismo.



Fontes: Foto de arquivo do autor do blogue por especial cortesia do Museu de Marinha; texto e filme partilhados a partir de «RTP Arquivos» em https://arquivos.rtp.pt/conteudos/fragata-d-fernando-ii-e-gloria/

mls

sábado, dezembro 07, 2019

12.º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, Fev1968


(Post reformulado a partir de outro já publicado em 1 de Julho de 2017)

Listagem completa do 12.º CFORN.




O tradicional registo de família na portaria da Escola Naval





O ano de 1968, a exemplo do ano anterior, foi assinalado pela incorporação de dois cursos de formação de oficiais da Reserva Naval. Foi também, depois do 1.º CEORN, em 1958 e com apenas 20 cadetes, aquele que teve menor frequência.

O 12º CFORN, alistado em 19 de Fevereiro desse ano, incorporou 36 cadetes assim distribuídos pelas várias classes: 21 cadetes na classe de Marinha, 14 na classe de Fuzileiros e 1 na classe de Técnicos Especialistas. Pertenceu também mais um cadete do que o número referido no Anuário da Reserva Naval (35) pelo facto de, por lapso, não ter sido incluído originalmente o cadete Antero José Marques Ferreira dos Santos, na classe de Marinha. Neste curso apenas foram preenchidos lugares nas três classes referidas.

Foi Patrono deste curso o Rei D.Manuel I, por cognome o “Venturoso” (1469/1521). Subiu ao trono em 1495, sucedendo a D. João II. No seu reinado, em que Lisboa atingiu o cume do desenvolvimento de entre as cidades europeias, foram lançadas as bases do Império Português do Oriente, numa época em que os portugueses chegaram à Índia, ao Brasil, à Indonésia e à Terra Nova. Data também deste reinado o início da construção do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém.

Comandava a Escola Naval o Comodoro Lino Paulino Pereira e o Director de Instrução foi o CFR Alfredo José Estevam de Sousa e Costa.




O Comodoro Lino Paulino Pereira, Comandante da Escola Naval e o Director de Instrução, CFR José Estevam de Sousa e Costa

No final do período de instrução, o "Prémio Reserva Naval" foi entregue ao cadete da classe de Marinha, Luís Manuel Caldeira Pinto. Este prémio destinava-se a galardoar o aluno com classificação mais elevada no conjunto da frequência escolar e da apreciação de carácter militar.




Luis Manuel Caldeira Pinto, Prémio Reserva Naval

A viagem de instrução realizou¬-se na Fragata «Diogo Cão», sob o comando do CFR Eurico Serradas Duarte, tendo o navio aportado a Ponta Delgada e Horta (Açores), Funchal (Madeira) e São Vicente de Cabo Verde. Os cadetes efectuaram ainda um desembarque em Porto Santo, tendo o navio ficado ao largo.

Durante o ano de 1968, para a prossecução do plano de modernização da Marinha, conjuntamente com a necessidade de reforçar os meios navais empenhados na Guerra do Ultramar, tinham sido aumentados ao efectivo dos navios da Armada as fragatas «Almirante Magalhães Correia», «Comandante Hermenegildo Capelo» e «Comandante Roberto Ivens», as LFP «Arcturus», LFP «Aldebaran», LFP «Procion» e LFP «Aljezur», o submersível «Barracuda» e a lancha hidrográfica «Cruzeiro do Sul».




Viagem de Instrução - Grupo de cadetes a bordo da fragata «Diogo Cão»

No decorrer do mesmo período, tinham sido abatidos ao mesmo efectivo as fragatas «Corte Real», «Diogo Cão», «Diogo Gomes», o navio-patrulha «Sal» e ainda a LFP «Castor».

A fragata «Diogo Cão» terá realizado a sua última viagem com os cadetes do 12.º CFORN, em 22 de Agosto de 1968, após o que se procedeu ao seu abate.

Já em 1969, a Marinha iria ser dotada de novas unidades: a fragata «Comandante Sacadura Cabral», os navios-patrulha «Cacine» , «Cunene», «Mandovi» e «Rovuma» - projecto de dez unidades nascido na sequência da anterior classe «Argos» - e os submersíveis «Cachalote» e «Delfim».




Pertencendo à classe “Cacine”, o navio-patrulha “Zaire”, atracado no Funchal

Também ao longo daquele ano foram abatidas ao efectivo algumas unidades algo obsoletas: a fragata D. Fernando, antiga «Diogo Gomes», que mudou de nome em 31 de Outubro de 1968, tendo ficado sempre fundeada no Mar da Palha até ao seu abate, em 20 de Abril de 1969; seguiram igualmente o mesmo caminho a canhoneira «Diu» , a lancha de fiscalização «Espadilha» e o submersível «Náutilo».

Salvo nos submersíveis, em que foram raras as excepções, muitos oficiais da Reserva Naval desempenharam missões e viriam a fazê-lo naqueles navios, quer nos abatidos quer nos aumentados ao efectivo, todos eles tendo representando um papel relevante na História da Reserva Naval.




A LFP «Alvor», cujo função de Comandante foi assumida por oficiais da Reserva Naval

Deste curso, seguiram para comissões muitos dos seus elementos, como Comandantes ou oficiais Imediatos de navios, integrando Companhias e Destacamentos de Fuzileiros, tendo sido designados para prestar serviço em África, ou Continente e Ilhas, os seguintes oficiais:

Guiné (6 Oficiais):

2TEN RN Eduardo Agostinho de Vilhena Geraldes, CDM da Guiné;
2TEN RN Luis Manuel Caldeira Pinto, LFP «Alvor»;
2TEN RN Manuel Joaquim Lopes Marques, LDG «Alfange»;
2TEN FZ RN Artur Manuel Carvalho Gomes, CF 10;
2TEN FZE RN Fernando Alves Pires, DFE 7;
2TEN FZE RN José Carvalho de Araújo, DFE;




Guiné – Na ponte-cais, em Bissau, as LFG onde elementos do 12.º CFORN assumiram o cargo de Oficiais Imediatos

Cabo Verde (2 Oficiais):

2TEN RN Gaspar de Castro Pacheco, LF «Dom Aleixo»;
2TEN RN Jorge Durão Gomes de Miranda, LF «Dom Jeremias»;


Angola (15 Oficiais):

2TEN RN Elísio Gonçalves da Rocha, fragata «Álvares Cabral»;
2TEN RN João Maria Lacerda de Lemos Mexia, Comando Naval de Angola;
2TEN RN João Maria Machado Marques Fernandes, LDG «Ariete»;
2TEN RN José Alcino Rodrigues de Carvalho, LDG «Ariete»;
2TEN FZ RN Carlos Alberto Amaro Monteiro, CF 9;
2TEN RN FZ Joaquim Maria Botelho de Sousa Cymbron, CF 9;
2TEN FZ RN Ulisses Jorge Paulos, CF 9;
2TEN FZ RN Fausto José Martins de Campos Ferreira, CF 8;
2TEN FZ RN Jerónimo Elias de Sá e Castro, CF 8;
2TEN FZ RN Luis Alberto da Silva Veiga de Macedo, CF 8;


Moçambique (17 Oficiais):

2TEN RN Antero José Marques Ferreira dos Santos, CDMP do Lago Niassa;
2TEN RN José Manuel Machado da Costa, LFP «Júpiter»;
2TEN RN José Lourenço da Luz, Comando Naval de Moçambique;
2TEN RN José Hermano de Brum de Sousa Dourado, LFG «Argos»;
2TEN RN José Luis Tocha Antunes dos Santos, LFP «Régulus»;
2TEN RN Rui Moura da Silva, NAL «Sam Brás»;
2TEN FZE RN Aristides Rama de Oliveira Santos, DFE5;
2TEN FZE RN António Lopes Fernandes, DFE 5;
2TEN FZE RN José Floriano Lopes Fernandes, DFE 6;


Continente, Ilhas e Outras Unidades (25 Oficiais):

2TEN RN António Feliciano de Oliveira, DM «Ribeira Grande»;
2TEN RN Fernando de Magalhães do Amaral Neto, LF «Albufeira»;
2TEN RN João Miguel Ribeiro da Silva Felgueiras, DM «Corvo»;
2TEN RN Luis Gonzaga Parente Mendes Godinho, GR n.º 2 EA;
2TEN RN Rui Fernando Real Miravent Tavares, DSP 1.ª Rep;
2TEN TE RN José Henrique Pereira Luis, Instituto Hidrográfico;




O aeródromo da base naval de Metangula

O 2TEN RN Antero José Marques Ferreira dos Santos foi um dos oficiais da Reserva Naval, em serviço no Comando de Defesa Marítima dos Portos do Lago Niassa. Recebeu formação específica, tirando o respectivo “brevet”, o que lhe permitiu vir a pilotar as aeronaves em serviço na Base Naval de Metangula que efectuavam voos regulares para Vila Cabral.

Embora tenha sido feito um esforço para elaborar de forma mais alargada, com elementos de interesse que reavivassem a memória dos protagonistas deste curso, não foi possível conseguir este objectivo por virtude dos seus integrantes não nos teram feito chegar mais informações que tornassem mais alargada a perspectiva histórica este artigo. Ao Luis Caldeira Pinto, José Alcino Carvalho e Luis Veiga de Macedo aqui fica expresso o agradecimento pela colaboração prestada.





Fernando Amaral Neto, João Lemos Mexia e José Luis Tocha dos Santos

Nota:
Um cadete da classe de Marinha que figura no Anuário como sendo do 12.º CFORN, António Maria Amaro Monteiro, pertenceu efectivamente à classe de Fuzileiros do 13.º CFORN. Houve dois outros cadetes da classe de Fuzileiros que não foram aprovados no final do curso.




Fontes:
Arquivo de Marinha; Anuário da Reserva Naval, Adelino Rodrigues da Costa e Manuel Pinto Machado, Lisboa, 1992; Dicionário de Navios e Efemérides, Adelino Rodrigues da Costa, 2006; Texto do autor do blogue compilado e corrigido a partir do publicado na Revista n.º 16 da AORN - Associação dos Oficiais da Reserva Naval, Setembro 2003; Fotos de Arquivo do autor do blogue.

mls

quinta-feira, dezembro 05, 2019

Juramento de Bandeira do 12.º CFORN - Curso de Formação de Oficiais da Reserva Naval, 28Set1968


Escola Naval, Alfeite - Juramento de Bandeira do 12.º CFORN

(RTP Arquivos)


A cerimónia do Juramento de Bandeira é presidida pelo Almirante Manuel Pereira Crespo, Ministro da Marinha, acompanhado pelo Comodoro Lino Paulino Pereira, então Director e 1.º Comandante da Escola Naval.

Depois de cumprimentar as entidades presentes, passa revista à guarda de honra, o CFR Rodrigues Cancela profere a alocução aos novos oficiais da Reserva Naval.

O Almirante Manuel Pereira Crespo entrega o Prémio Reserva Naval ao Cadete Luís Manuel Caldeira Pinho. Segue-se o protocolar Juramento de Bandeira e o desfile que encerra a ceromónia.



Fontes:Foto de arquivo do autor do blogue; texto e filme partilhados a partir de «RTP Arquivos» em https://arquivos.rtp.pt/conteudos/juramento-de-bandeira-no-alfeite/

mls

domingo, novembro 24, 2019

Angola, anos '70 - Imagens que despertam memórias (IV)


Chilombo, LDP 208, Rio Zambeze, Kimbo e Luso


Aquartelamento do Chilombo



Chilomdo - Em cima, um primeiro plano da LDP 208 navegando em fiscalização rotineira e, em baixo, panorama do kimbo em primeiro plano, aquartelamento e o rio Zambeze ao fundo







Imagens magníficas do rio Zambeze com "ski" aquático num momento de descontracção







Rio Zambeze - Patrulhas de fuzileiros em botes







Chilombo - Em cima, Kimbo em auto-defesa comandados pelo DSA e, em baixo,
um magnífico por-de-sol no rio Zambeze








Luso - Vista aérea

Fontes:
Texto e fotos do arquivo pessoal do autor do blogue por amável cedência de José Manuel Dias da Silva (CMG FZE);


mls

sexta-feira, novembro 22, 2019

Angola, anos '70 - Imagens que despertam memórias (III)


Chilombo, LDP 208, Rio Zambeze e Kimbo


Aquartelamento do Chilombo



Chilomdo - Em cima, o Aquartelamento, Praça de Armas, Bloco Sul e Cobertas e,
em baixo, vista do aquartelamento da outra margem do Zambeze








Em cima, o cais das lanchas no rio Zambeze, a LDP 208, a lancha "Caripande", um Unimog e diversos botes.
Em baixo, o canto NW do aquartelamento do Chilombo e ninho de metralhadora de 20 mm








Em cima, vista aérea do aquartelamento do Chilombo e sobre a direita o Kimbo; nas duas imagens abaixo,
uma perspectiva aérea do rio Zambeze e a LDP 208 em fiscalização rotineira










Em cima, Chilombo - "Rancho da Porca" e, em baixo,
o espectáculo especial de um pôr-de-sol no rio Zambeze






Fontes:
Texto e fotos do arquivo pessoal do autor do blogue por amável cedência de José Manuel Dias da Silva (CMG FZE);


mls